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Aumento abusivo de plano de saúde: como identificar e reverter o reajuste

  • Foto do escritor: AJusta
    AJusta
  • há 4 horas
  • 3 min de leitura

Você abre o boleto do mês e, de repente, o valor parece não caber mais no orçamento. A sensação de frustração é imediata: afinal, você paga em dia para ter segurança, mas o preço sobe muito acima da sua inflação pessoal.


Se você está passando por um aumento abusivo de plano de saúde, saiba que não está sozinho — e, mais importante, você não é obrigado a aceitar qualquer índice imposto pela operadora. Neste artigo, vamos te mostrar como identificar cobranças indevidas e o que fazer para baixar o valor das mensalidades.


Como identificar um reajuste abusivo?


Nem todo aumento é ilegal, mas muitos são aplicados de forma obscura. No Brasil, os reajustes geralmente se dividem em três tipos principais:


1. Reajuste anual (ANS vs. Planos Coletivos)

Para planos individuais ou familiares, a ANS define um teto máximo. No entanto, nos planos coletivos por adesão ou empresariais, o índice é negociado livremente. É aqui que moram os abusos: muitas operadoras aplicam taxas de 20%, 30% ou mais, sem demonstrar o cálculo real.


2. Reajuste por faixa etária

Ocorre quando o beneficiário muda de idade (ex: aos 59 anos). Embora previsto em contrato, esse aumento não pode ser "estatutário" a ponto de inviabilizar a manutenção do plano. A jurisprudência dos tribunais entende que aumentos desproporcionais nesta fase são discriminatórios.


3. O mistério da sinistralidade e do VCMH

As operadoras justificam altas taxas baseadas na VCMH (Variação dos Custos Médicos e Hospitalares) e na sinistralidade (uso do plano). O problema? Elas raramente provam esses gastos de forma transparente ao consumidor. Sem prova, o reajuste pode ser questionado.


O que a Justiça diz sobre isso?


O Poder Judiciário tem sido um forte aliado do consumidor. Decisões recentes mostram que reajustes baseados em índices unilaterais, sem a devida comprovação de custos, são considerados nulos.


  • Transparência: A operadora deve detalhar por que o valor subiu.


  • Equilíbrio contratual: O lucro da empresa não pode sobrepor o direito à saúde e a dignidade do consumidor.


  • Limitação: Em muitos casos, os juízes determinam que o reajuste de planos coletivos siga o índice da ANS para planos individuais, gerando uma economia imediata.


Como baixar o valor do plano de saúde?


Mudar de plano (portabilidade) nem sempre é a melhor saída, pois você pode perder prazos de carência ou rede credenciada. A solução mais inteligente é a revisão contratual. Ao analisar as cláusulas e os históricos de aumento, é possível identificar cobranças que ferem o Código de Defesa do Consumidor e exigir o recálculo dos valores.


Por que o Ajusta é o seu melhor parceiro?


Entender de leis e cálculos da ANS pode ser um pesadelo burocrático. É por isso que o Ajusta existe. Nós simplificamos o que parece impossível para você:


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  • Sem complicação: Você não precisa ser um expert em Direito. Nós cuidamos da parte técnica para que você recupere seu fôlego financeiro.


Conclusão: não pague mais do que o Justo


O acesso à saúde é um direito fundamental, e ele não deve ser comprometido por reajustes injustificados. Se a sua mensalidade deu um salto que você não compreende, a hora de agir é agora.


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